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Água Mineral,
nem todas são iguais
O ser humano apresenta
uma complexidade de reações químicas, determinadas pelo meio ambiente. As células, órgãos e sistemas reagem com diferentes graus de manifestações às agressões, provenientes da poluição, dos alimentos contaminados e das emoções. Além disso, o álcool, fumo, stress, radiações e medicamentos tóxicos, provocam intensas reações químicas com formação excessiva de radicais livres, afetando o funcionamento das células, com repercussão nos órgãos
e sistemas.
As análises ortomoleculares avaliam o desequilíbrio celular de onde decorrem inúmeras doenças, bem como o processo de envelhecimento acelerado.
A água mineral, se diferencia das outras águas, pelo teor de sais e elementos, sendo considerada, matéria viva. No Brasil, para que uma empresa, possa efetuar prospecção e comercialização, deverá obter um Alvará de Exportação de Lavra, expedido pelo DNPM, órgão subordinado ao Ministério de Minas e Energia e registrá-la no Ministério da Saúde.
Componentes da Água Ibirá
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Carbonatos e Bicarbonatos
Os bicarbonatos, presentes na água mineral Ibirá, tem um efeito digestivo benéfico, extremamente acentuado. Eles aparecem na composição química da água, na proporção
de 96,07 mg/l.
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Flúor
A quantidade ideal de flúor na água é de 0,7 a 1,2 miligrama por litro. O flúor, substância usada, por exemplo, nas pastas de dente, pode prevenir osteoporose, sugere estudo da Universidade Saskatchewam (Canadá). O estudo comparou dois grupos de mulheres entre 18 e 24 anos. Mulheres que bebiam água fluoretada tiveram um aumento de 11% na densidade óssea. Osteoporose, comum após a menopausa, causa uma redução da densidade óssea,
favorecendo fraturas.
Do ponto de vista nutricional, o desenvolvimento e manutenção adequados do sistema ósseo depende de um aporte abrangente, integrado e planejado. Não mais se deve pensar que intervenções corretivas ou preventivas sempre possam ser implementadas puramente na base de cálcio, fósforo e vitamina D. Não é possível atender somente à ingestão total de cálcio sem se levar em conta o fator disponibilidade. A contribuição dos elementos (íons) de magnésio, flúor, zinco, manganês, cobre, boro, silício e vanádio, não deve ser negligenciada, por mais que em épocas passadas esses minerais tenham sido ignorados. A osteoporose ainda representa um problema de difícil solução.
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Sulfatos
Os sulfatos produzem um sabor característicos, e podem ter um efeito laxante se consumidos em grande quantidades, principalmente se associados ao magnésio.
A água de Ibirá, é rica em sulfatos, e possibilita uma melhor absorção de cálcio
pelo organismo.
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pH
O acúmulo de ácido úrico nas vias urinárias e conseqüente formação de cálculos (pedras) pode ser efetivamente controlada em pacientes de alto risco, pela alcalinização da urina, mantendo o fluxo urinário.
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Vanádio
O
Vanádio cuja etmologia vem de Vanadi's, Deusa da mitologia Escandinava, foi descoberto por De Rio em 1801 e por Sefstron em 1830, estando presente na ordem de 0,02% da crosta terrestre. Somente em 1974 foi estabelecido o papel do Vanádio para manter o equilibrio no estado de saúde, participando de diferentes processos metabólicos necessários à formação de energia, agindo como cofator ou ajudando a acelerar as reações
no metabolismo dos carboidratos, das gorduras, fortalecendo ossos e dentes.
Para sua absorção utiliza os mesmos meios de transporte que o ferro. Foram realizadas diversas pesquisas sobre a bioquímica do Vanádio, no metabolismo dos lipídeos, e constatou-se a redução da síntese do colesterol no fígado. Existem evidências de que sua ação é mais efetiva quando o nível de colesterol é mais elevado ou quando sua síntese está anormalmente
elevada.
No metabolismo do Ferro, o Vanádio promove sua distribuição e auxilia a sua correção mais rápida nas anemias carenciais quando utilizado em conjunto com sulfato ferroso. Além disso, o Vanádio favorece a mineralização dos ossos e dentes, provavelmente devido à troca do fósforo na molécula de apatita (fosfato de cálcio com flúor) conduzindo ao endurecimento da apatita, estimulando a mineralização da dentina, podendo exercer um efeito protetor contra as cáries.
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CONFIRA E EXCLUSIVIDADE DA ÁGUA
MINERALTERMAL DE IBIRÁ. COMPOSIÇÃO QUÍMICA PROVÁVEL (mg/L)
| Estrôncio |
(0,023) |
Sulfatos |
(43,43) |
| Cálcio |
(0,42) |
Carbonatos |
(96,07) |
| Potássio |
(0,28) |
Cloretos |
(2,96) |
| Sódio |
(96,43) |
Fluoretos |
(0,55) |
| Magnésio |
(0,01) |
Nitratos |
(0,16) |
| Vanádio |
(0,05) |
Boratos |
(0,107) |
CARACTERÍSTICAS FÍSICO-QUÍMICAS
pH a 25º: 10,26 Temperatura da Água na fonte: 25,1ºC Condutividade Elétrica a 25ºC 4,05 x 10-4 mhos/cm Resíduo de Evaporação a 180ºC calculado: 274,35 (mg/L) Classificação : Água Mineral Alcalino Bicarbonatada Fluoretada Vanádica Reg MS n° 5.0078.0003.001-4 Empresa de Mineração alvará n°15 de 06/01/70 Portaria de Lavra n°1262 de 06/09/82
REFERÊNCIAS:
1- Valoracion catalista de Vanádio en orina
Y en áhua mineral
Nestor Pablo Did e Luís Oscar Garcia Vior
Laboratório de Analisis de Trazaz Departamento de Quimica
lorgânica Analitica y Quimica Fisica Faculdad de Ciências
Exactas y Naturales, Universidad de Buenos Aires, Ciudad Universitária
Pableon 2, 1428, Buenos Aires
ACTA BIOQUÍMICA CLINICA LATINO AMERICANA
Vol. XX, nº 2, 163 - 175, 1986
Incorporada al Chemical Abstract Service, Código Bibliográfico : ABCLDI
Pág. 163, 164 e 165
2- Radicais Livres Em Medicina
EFRAIN OLSZEWER
2º Edição - Fundo Editorial BYK
3- Águas Vanádicas de Ibirá e suas Propriedades Terapêuticas J. de A. Pupo
Revista Paulista de Medicina, Abril, 1974, 4 - Fox, IH e Kelley, WN
Management of gout - Jama
242, 361 - 1979
4- R. Nutr PUC CAMP, Campinas, 7 (2) 148-172, JUL-DEZ, 1994
5- Folha de São Paulo - Cotidiano, 8 de abril de 1996
Copyright
1999/2000. Água Ibirá. Todos
os direitos reservados.
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